Camaradas caretas: Drogas e esquerda no Brasil

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Livro do historiador Júlio Delmanto reflete sobre a relação de partidos e movimentos de esquerda no Brasil com as drogas.

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Descrição

Tomando como ponto inicial de análise o ano de 1961 – data em que foi formulada a Convenção da ONU que até hoje rege o proibicionismo e também em que surgiram os primeiros rachas no Partido Comunista Brasileiro (PCB) – Camaradas caretas: drogas e esquerda no Brasil após 1961 busca investigar de que forma se deu a relação entre os indivíduos e agrupamentos que buscavam a transformação social e a alteração de consciência através dos psicoativos na história brasileira recente.

Para analisar este processo, o historiador Júlio Delmanto dividiu a obra em duas partes, com a primeira apresentando um detalhado histórico da proibição das drogas, além de comentários sobre seus efeitos políticos e sociais. Ela é o pano de fundo para que, na segunda parte, sejam abordadas as conexões entre a discussão sobre drogas e os setores políticos críticos ao capitalismo entre 1961 e os anos 2000, incluídas aí análises sobre a esquerda armada, surgida em oposição ao PCB, a “esquerda alternativa” nascida da tentativa de superação à armada, os grupos que se reuniram no PT, a imprensa oficial do MST e os partidos políticos atuantes nos anos 2000, como PSOL, PSTU e PCB. Para tal, são usadas fontes tanto documentais como orais.

Se ao final Delmanto não deixa de destacar que a situação tem mudado nos anos 2000, com o fortalecimento das posições antiproibicionistas nacional e internacionalmente, também fica claro que este ainda é um assunto que carece de atenção e aprofundamento por parte dos que defendem que outra sociedade é possível. “Camaradas caretas” se insere na busca desse fim, apontando de quebra para a importância dos meios a serem escolhidos.

Sobre o autor: Júlio Delmanto nasceu em 1985 em São Paulo. Graduado em jornalismo e mestre em História Social pela USP, onde cursa doutorado, é pesquisador do Núcleo de Estudos Interdisciplinares de Psicoativos (NEIP) e da Associação Brasileira de Estudos Sociais dos Usos de Psicoativos (Abesup). Ativista do movimento antiproibicionista, Júlio atua no Coletivo Desentorpecendo a Razão (DAR) e na Marcha da Maconha de São Paulo.

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